Medicina: o guia de carreira para você optar por essa graduação

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O curso de Medicina está entre os mais concorridos para ingressar nas faculdades, tanto pelo grande número de candidatos quanto pela alta média na nota de corte. No Brasil, o médico é um dos profissionais mais tradicionais e respeitados da sociedade, dado o seu valor para a área da saúde e, claro, a sua reconhecida remuneração.

De modo geral, todo mundo sabe o que um médico faz: previne, diagnostica e atua na cura de doenças. Mas, afinal, como é o curso de Medicina? Como está o mercado de trabalho para esse setor e quais são as áreas de especialização que o recém-formado pode seguir? E mais, qual é o perfil do estudante e como escolher a melhor instituição de ensino?

Se você tem interesse pela profissão e quer saber esses detalhes sobre ela, está no lugar certo! Elaboramos este guia especial com informações ricas sobre essa carreira para responder as suas dúvidas. Confira!

A carreira do médico

O médico é um dos inúmeros profissionais da área do conhecimento que promove a saúde da população humana. Em um contexto amplo, o médico investiga, estuda, diagnostica, previne e trata doenças e disfunções físicas e mentais que acometem o ser humano.

Entre tantas atividades desempenhadas pelo profissional podemos destacar:

  • a realização de diagnósticos;
  • a solicitação de exames;
  • a prescrição de medicamentos (com a devida dose e período de uso);
  • a atuação em programas educativos e preventivos de doenças;
  • a realização de cirurgias.

O médico faz tudo isso e mais um pouco atuando no setor público (SUS) e privado de hospitais, clínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPA), empresas e hospitais. Ainda, mesmo trabalhando nesses lugares, o profissional consegue manter em paralelo o seu próprio consultório.

Além de exercer suas funções médicas, outra possibilidade de carreira na Medicina é a educação. Os médicos são professores de universidades e, se tiverem pós-graduações, podem orientar estudantes em pesquisas e projetos de iniciação científica, de extensão, de mestrado e de doutorado.

Aqui já é muito importante ressaltar que, apesar de ter uma responsabilidade enorme sobre a saúde das pessoas, o médico nunca faz nada sozinho — ele conta com a parceria de diversos profissionais da área da saúde. Entre eles podemos citar os enfermeiros, os auxiliares e os técnicos em enfermagem, os nutricionistas e, até mesmo, os assistentes sociais.

Outro ponto que merece ser mencionado é que a Medicina está na lista das profissões mais estressantes do mundo. Isso porque lidar com situações extremas de cura e doença, vida e morte muitas vezes coloca o médico em uma constante estafa mental — principalmente se ele se depara com quadros precários de saúde humana.

No entanto, do outro lado dessa moeda, está o enorme retorno emocional que o profissional tem. As pessoas têm um alto senso de gratidão pela ajuda ou solução apresentada pelo médico, ainda mais quando o atendimento é respeitoso e humanitário.

Aliás, essa é — ou, pelo menos, deve ser — a maior motivação para quem deseja cursar Medicina: o poder de auxiliar as pessoas em seus momentos mais vulneráveis.

O curso de Medicina

O curso de Medicina é um dos mais tradicionais do país e foi, inclusive, a graduação da primeira instituição de ensino superior do Brasil, em 1808. De lá para cá, é óbvio que muita coisa mudou, principalmente em relação ao salto exponencial do conhecimento e aos avanços tecnológicos na área da saúde humana — nunca a humanidade esteve tão saudável como está agora.

Entretanto, há certas coisas que não mudam e que estão bem estabelecidas em seus setores. Esse é o caso das disciplinas básicas que formam um médico (mesmo que haja variações entre as faculdades) e a condição de dedicação extrema ao curso.

No Brasil, o curso de Medicina deve durar, pelo menos, 6 anos. Ao se formar, o profissional pode exercer suas atividades como clínico geral, mas se quiser se especializar em alguma área, precisará fazer a residência médica, que é um tipo de pós-graduação destinada a médicos que dura, em média, 2 anos — mas dependendo do campo pode chegar até 5 anos, como a Neurologia.

Os cursos, é claro, contam com extensas aulas teóricas e muitas aulas práticas em laboratórios equipados para a aprendizagem de conceitos básicos sobre Anatomia, Imunologia, Microbiologia etc. Além disso, ao longo do curso, os alunos passam por simulações daquilo que vão lidar no decorrer da carreira, como pulsão venosa, reanimação e parto.

Como você certamente já imaginava, quem quer fazer Medicina precisa gostar bastante de estudar, visto que uma quantidade enorme de conteúdos é abordada. Ademais, a responsabilidade do médico não é pouca — as pessoas confiam muito no seu conhecimento e tendem a seguir seus conselhos —, então, a dedicação deve ser verdadeira.

Esse é um dos pontos que deve ser avaliado com cautela antes de se decidir entrar para a Medicina — e envolve autoconhecimento. Contudo, também é importante conhecer as disciplinas essenciais da graduação para ter uma ideia do que o aguarda. Confira no nosso próximo tópico.

As principais matérias do curso de Medicina

É normal que as disciplinas dos cursos de Medicina existentes no Brasil se diferenciem em termos de nomenclatura, estrutura e horas ministradas. No entanto, todas as instituições de ensino devem dispor de conteúdos básicos para a formação dos profissionais, tais como:

  • Anatomia Humana;
  • Histologia Médica;
  • Genética Humana;
  • Bioquímica Médica;
  • Fisiologia Humana;
  • Parasitologia Médica;
  • Imunologia;
  • Microbiologia Médica;
  • Clínica Médica;
  • Atenção à Saúde Primária;
  • Embriologia Humana;
  • Bioética Médica;
  • Farmacologia;
  • entre outras.

A maioria das disciplinas tem mais de um módulo, ou seja, no decorrer dos períodos (semestres), os estudantes têm novos contatos com as matérias, que são aprofundadas e dão continuidade aos estudos. Obviamente, para se matricular em Epidemiologia II, é preciso ter sido aprovado em Epidemiologia I.

De forma geral, os 2 primeiros anos do curso de Medicina são direcionados à introdução dos conceitos básicos da área da saúde, enquanto o terceiro e o quarto se destinam mais aos assuntos sobre clínica médica. Já nos 2 últimos anos, os alunos estão muito mais envolvidos com a clínica prática e, por isso, o período é conhecido como estágio em Medicina.

No curso de Medicina da Estácio as disciplinas voltadas para o estágio se chamam Internato e contam com 8 módulos (Internato I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII). Entre as inúmeras matérias abordadas na graduação estão:

  • Ambiente e Saúde;
  • Bases Moleculares dos Sistemas Orgânicos;
  • Biomorfologia;
  • Orientação Psicopedagógica;
  • Saúde da Família;
  • Sistemas Orgânicos Integrados;
  • Microbiologia Médica;
  • Epidemiologia;
  • Patologia Geral;
  • Parasitologia Médica;
  • Imunologia Médica;
  • Saúde da Mulher;
  • Saúde Mental;
  • Clínica Cirúrgica;
  • Psicologia Médica;
  • Bioética Aplicada à Prática Médica;
  • Imagenologia;
  • Doenças Infecciosas e Parasitárias;
  • Emergências Médicas;
  • Oncologia e Hematologia;
  • Aspectos Legais da Prática Médica.

Como mencionamos, muitas dessas matérias contam com mais de um módulo. E, além das disciplinas obrigatórias do curso, a Estácio ainda dispõe de interessantíssimas cadeiras eletivas e optativas que complementam o conhecimento do estudante. Entre elas, podemos destacar:

  • Aperfeiçoamento da Linguagem;
  • Técnicas de Apresentação Oral;
  • Administração de Serviços Clínico-Hospitalares;
  • Sociologia e Humanidades Médica;
  • Saúde Indígena;
  • Pesquisa Clínica;
  • Inglês Médico; 
  • Libras;
  • Dissecação;
  • Terapia Intensiva;
  • Genética Clínica;
  • Uso Racional de Medicamentos.

As opções de especialização em Medicina

Com todas essas informações que trouxemos até aqui, já é possível imaginar a vastidão de oportunidades de atuação para seguir na carreira profissional, não é mesmo? Quando se trata de saúde humana, toda especialização é super bem-vinda, concorda?

Apesar de ser uma área do conhecimento milenar, a Medicina exige constante estudo e aprofundamento do corpo humano e suas particularidades. Isso é necessário porque os avanços tecnológicos e as descobertas advindas de pesquisas nunca cessam e, muitas vezes, dão uma visão absolutamente nova tanto sobre o funcionamento dos mecanismos corporais quanto sobre os tratamentos mais indicados para as enfermidades.

Lembramos que as especializações não fazem parte dos últimos 2 anos do curso de graduação, mas se referem ao período de residência médica, em que os recém-formados médicos escolhem a área específica para trabalharem na comunidade.

Também é importante destacar que o médico residente precisa ter seu registro estadual no Conselho Regional de Medicina (CRM), ainda que esteja em processo de formação. Esse é um cuidado com a segurança pública, já que o residente deve responder pelos seus atos como os demais profissionais.

Mesmo que você já seja familiarizado ou tenha ouvido falar da maioria das áreas médicas, vamos explicar um pouco sobre algumas delas a seguir:

Clínica Médica

Dizer que o clínico geral é o médico que não se especializou é uma ideia errada, já que ele também precisa fazer residência de 2 anos em Clínica Médica. Depois desse período, esses profissionais estão aptos a atuar com a Medicina de modo geral, cuidando de pacientes de forma holística, podendo solicitar exames e receitar tratamentos.

Após as consultas, o clínico geral encaminha seus pacientes para especialistas, caso haja necessidade de maior aprofundamento na investigação e no tratamento das irregularidades detectadas.

Cardiologia

O cardiologista é o profissional que trabalha com o coração e todas as suas patologias. Outra área que complementa muito a Cardiologia é a Angiologia, que trata das doenças do sistema circulatório, veias e artérias.

Ginecologia e Obstetrícia

A Ginecologia é a área que cuida da saúde da mulher e do seu aparelho reprodutor. Já a Obstetrícia é o campo que dá atenção às gestantes e à criança que se desenvolve. O médico obstetra é aquele que fará o parto (após esse período, a criança é responsabilidade do pediatra).

Psiquiatria

O psiquiatra é o médico responsável por lidar com as doenças e os distúrbios mentais e comportamentais das pessoas. Diferentemente dos psicólogos, somente os psiquiatras podem receitar medicamentos.

Dessa forma, podem ter seus próprios consultórios para atender seus pacientes em terapia ou ainda, atuar em clínicas para atendimentos pontuais de regulagem de medicamentos, enquanto a terapia comportamental fica a cargo de psicólogos.

Medicina Legal e Perícia Médica

O perito médico legal é o profissional que realiza necropsias e exames de corpo de delito e de DNA. Ele é peça-chave para dar suporte às investigações de crimes e, normalmente, tem carreira em cargos públicos.

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Otorrinolaringologia

O otorrinolaringologista é o médico que se especializou em tratar das irregularidades da boca, da garganta, do nariz e dos ouvidos — já que esse sistema é todo integrado.

Genética Médica

Essa é uma área da Medicina que está em ascensão e envolve muita pesquisa, já que investiga e trata doenças genéticas e estuda genes e células-tronco.

Medicina Esportiva

Outro campo em crescimento, em que o profissional previne e trata os problemas relacionados às atividades físicas e orienta equipes esportivas também.

Anestesiologia

Essa é uma das especializações mais bem remuneradas da Medicina, já que o médico anestesista é o responsável por aplicar as medicações analgésicas e anestésicas (inibição da sensibilidade sem e com supressão da consciência, respectivamente) durante as cirurgias.

Essas são apenas alguns exemplos de especializações para seguir. O Conselho Federal de Medicina atualizou a sua lista, que conta com 55 especialidades e 59 áreas de atuação profissional. Além disso, a Medicina de Urgência foi incorporada à Medicina de Emergência e foi criada uma outra especialidade: a Medicina Aeroespacial.

É importante esclarecer que, em muitos casos, o médico deve fazer mais de uma residência. Por exemplo, se você deseja ser um neuropediatra, precisa fazer residência em Neurologia e em Pediatria. O mesmo acontece com os cirurgiões: uma residência em Cirurgia e outra na área em que deseja atuar.

O mercado de trabalho em Medicina

A Medicina estará sempre na lista das profissões do futuro, dada a importância e a necessidade de profissionais da rede da saúde. Como consequência, a profissão é uma das mais respeitadas do país, tendo alto prestígio social e reconhecida remuneração.

Como você viu até aqui, não faltam opções de esferas de trabalho, mas o arquivo mais recente sobre a Demografia Médica no Brasil, publicado no início de 2018, aponta dados intrigantes e, de certa forma, preocupantes. Das 55 especialidades médicas, apenas 4 concentram 39% dos especialistas do país: Clínica Médica, Pediatria, Cirurgia Geral, e Ginecologia e Obstetrícia.

Isso demonstra a enorme demanda por profissionais das demais áreas e a incrível oportunidade de carreira que um médico tem hoje no Brasil. A pesquisa também traz dados de concentração de profissionais, que procuram regiões mais desenvolvidas em capitais e no litoral, por exemplo.

Segundo o estudo, o Brasil contava à época com uma razão de 2,18 médicos por mil habitantes, o que não é nada mal se tomarmos o parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS), que preconiza que o ideal é 1 médico por mil habitantes. Porém, com a concentração de médicos em determinadas regiões, o que acontece é que outras ficam desamparadas.

O Sudeste, por exemplo, tem 2,81 médicos por mil habitantes, enquanto o Norte tem 1,16. No estado do Maranhão, essa razão é a menor do país, com 0,87 médico por mil habitantes. Para saber mais sobre isso, você pode baixar o estudo completo no site do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A pesquisa também mostra que o número de profissionais formados em Medicina cresceu significativamente nos últimos anos. Porém, é nítido que o mercado está longe de estar saturado e, também, que os benefícios ainda não chegaram à população — evidenciando grandes oportunidades para quem se dispõe a sair do centro do país e para quem tem interesse em especialidades menos procuradas.

Sobre o salário, não é preciso comentar que é bastante atraente, não é mesmo? Segundo a Catho, a média salarial de um clínico geral é de R$ 6.617,38. Contudo, as médias variam de acordo com as especialidades, podendo chegar a R$ 9.458,98 em Oftalmologia e R$ 10.780,36 em Coordenação Médica (coordenador de equipe médica).

O perfil do estudante de Medicina

Com esses altos valores salariais e a grande notoriedade social, não é difícil entender o porquê de o curso de Medicina ser sempre o mais concorrido nas faculdades brasileiras. Contudo, essas não podem ser as únicas razões para você escolher essa graduação, simplesmente porque, se você não se dedicar extremamente ao curso, ou você sucumbe às adversidades, ou você não obterá sucesso como profissional.

E, para se dedicar com tamanha devoção, é preciso gostar muito da área e ter (ou desenvolver) algumas habilidades, isto é, para cursar Medicina, não podem restar dúvidas sobre o curso que combina com você. Entre as características do perfil do estudante de Medicina, estão as seguintes:

Gostar de estudar

Na verdade, é preciso gostar muito de estudar. O curso é extenso, requer que uma grande quantidade de informações seja guardada na memória e, como você viu, exige atualização constante.

Como o curso dura 6 anos e, no mínimo, mais 2 de residência, para trabalhar na área é fundamental ter afinidade com os estudos.

Ser flexível quanto aos horários

Durante o curso, as aulas são ministradas em diferentes horários, e quando começam os internatos e as residências, é preciso estar pronto para os plantões e as emergências. Com mais maturidade na carreira e, dependendo da especialidade, é possível ter maior controle sobre os horários, mas, ainda assim, o médico precisa estar disponível para seus pacientes em horas não convencionais.

Cuidar da própria saúde e ter equilíbrio emocional

Seres humanos aprendem com exemplos e respeitam autoridades. Isso significa que é importante que o médico cuide da própria saúde para poder dar conselhos e recomendar tratamentos aos seus pacientes. O ditado “faça o que eu digo, mas não o que eu faço” não pode ter vez aqui.

Além disso, médicos precisam ter equilíbrio emocional para enfrentar todas as moléstias que observam e o sofrimento oriundo delas e, também, da precariedade de recursos básicos vista em alguns locais.

Ter empatia e ser perspicaz

Todo médico deve ser um humanista, demonstrando empatia pelas pessoas. A atenção dedicada durante os atendimentos médicos é uma das chaves para o sucesso na profissão, definindo bons e maus médicos.

A perspicácia entra nesse perfil como uma característica resultante da soma de sensibilidade e de conhecimento. Durante os atendimentos médicos, um olhar clínico e uma escuta atenta são essenciais para fazer diagnósticos corretos.

Além desses atributos, o estudante de Medicina não pode se importar em fazer alguns sacrifícios, como deixar de sair em alguns finais de semana para ficar em casa estudando ou para passar a noite no plantão. Entretanto, desafiamos você a encontrar um médico sequer que pense que os esforços não valeram a pena!

A escolha pelo melhor curso de Medicina

Muito bem, você já sabe tudo sobre o curso de Medicina e, se chegou até aqui, é porque tem interesse na carreira não é mesmo? Contudo, com 289 escolas de Medicina distribuídas pelo Brasil, como escolher a melhor delas?

Separamos algumas dicas para você que, se tem perfil para o curso e deseja ter esse diploma, deve ser um aluno protagonista de sua própria graduação. Veja a seguir:

Confira a avaliação no MEC

Em primeiro lugar, você deve verificar se a faculdade de seu interesse é aprovada e credenciada pelo Ministério da Educação (MEC). Afinal, imagine você levar, pelo menos, 8 anos para se formar e seu diploma não for válido?

Conheça a metodologia e a grade curricular

Como explicamos no início do artigo, as disciplinas podem variar de instituição para instituição. Além disso, a metodologia de ensino pode ser determinante para a escolha da faculdade, afinal, o aluno precisa se sentir representado pelo local onde estuda. Verifique se a grade curricular contempla todas as matérias obrigatórias para a formação em Medicina e, também, como funcionam os internatos.

Ah! Lembre-se de que você não precisa fazer residência na mesma faculdade que se graduou. Aqui na Estácio nos orgulhamos do fato de que nossos alunos de Medicina ocupam o maior número de vagas disponibilizadas em programas de residência médica no Rio de Janeiro.

Avalie a estrutura da faculdade

Uma boa faculdade deve dispor de infraestrutura adequada para seus alunos estudarem, comerem e descansarem. Também deve ter um bom acervo na biblioteca, possibilitando o acesso à informação física e digital.

Contudo, um curso de Medicina precisa mais do que isso. Avalie se os laboratórios de aula prática são bem equipados e se a faculdade dispõe de bonecos ou cadáveres em bom estado de conservação para as aulas de Anatomia.

Também verifique as características dos hospitais e das unidades de saúde em que são desenvolvidas as atividades do internato, afinal, esses estabelecimentos vão entrar para o seu currículo e podem ser uma oportunidade de emprego futuro.

Confira a qualificação do corpo docente

Na graduação de Medicina os alunos têm um contato próximo com os professores, que são seus mentores ao longo do curso. Portanto, não adianta a faculdade disponibilizar um campus com excelente infraestrutura se o corpo docente não é qualificado no mesmo nível.

Muito bem! Agora você tem todas as informações que precisa sobre a graduação em Medicina. Então, se você gosta de pessoas e tem um desejo genuíno de ajudá-las a enfrentar doenças e a promover a saúde, você já sabe qual carreira seguir!

Ainda tem algumas dúvidas sobre o melhor curso da área? Então, saiba como o curso de Medicina da Estácio pode ajudar você a alcançar o sucesso na profissão!

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