5 ferramentas para estudar que você pode aliar ao seu método de aprendizagem

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Se há algo que preocupa os estudantes universitários, sem dúvidas é o desempenho acadêmico. Afinal, ninguém quer descuidar do próprio aprendizado e correr o risco de ir mal nas provas, trabalhos e atividades das disciplinas, não é verdade? Justamente por esse motivo, os alunos estão constantemente em busca de ferramentas para estudar que permitam a eles assimilar e compreender melhor o conteúdo das aulas.

Vale lembrar que ter um bom rendimento na faculdade é um requisito importante caso você queira fazer parte de um projeto de iniciação científica, participar da monitoria de alguma matéria, realizar um intercâmbio e por aí vai.

Pensando nisso, resolvemos ajudá-lo com algumas ótimas sugestões de ferramentas para potencializar os seus estudos. Ficou curioso? Então acompanhe este post para descobrir quais são elas e o principal: como adotá-las!

1. Mnemônica

A mnemônica é uma ferramenta bastante útil para quem é da área de Exatas e precisa lidar com uma grande quantidade de fórmulas matemáticas durante o curso, o que exige um nível de memorização alto — visto que elas, geralmente, são usadas com frequência e, inclusive, simultaneamente.

O que embasa isso que estamos dizendo é justamente a proposta dessa técnica: utilizar letras, sílabas ou números das equações que se deseja assimilar para formar termos, palavras ou mesmo frases inteiras que sejam facilmente retidas pela sua memória por conta do teor engraçado ou emotivo que carregam, por exemplo.

Dessa maneira, torna-se muito mais fácil recordar de qualquer uma delas quando for preciso, pois bastará pensar nessas construções para, automaticamente, fazer as devidas associações mentais e se lembrar da fórmula que você quer para responder uma questão. Uma solução bem prática para quem estuda muita matemática, física e química na faculdade, não concorda?

2. Mapas mentais

Já os mapas mentais funcionam como uma alternativa mais dinâmica e prática para substituir ou mesmo complementar os tradicionais resumos. Isso porque, em vez de textos corridos, eles trabalham a memorização dos conteúdos a partir de palavras-chaves ou frases sucintas que servem como gatilhos para você escrever, debater ou discorrer sobre eles.

É por essa razão que você pega uma folha em branco, escreve no centro dela um tema específico e, a partir dele, puxa setas para explicá-lo com tópicos curtos. Lembrando que, se necessário, também é possível fazer subtópicos para cada tópico, viu? Abaixo, há um exemplo para quem é estudante de Psicologia:

Psicologia do Desenvolvimento Humano

  • o que estuda: a evolução física, cognitiva e psicossocial dos seres humanos;
  • quanto estágios tem: ao todo, são oito (que vão desde a concepção até a velhice);
  • qual o número de perspectivas sobre o assunto: existem várias, mas cinco são consideradas as mais relevantes (como é o caso da psicanalítica e da aprendizagem).

3. Flashcards

Os flashcards, por sua vez, são excelentes para quem gosta de aprender em grupo. Afinal de contas, a principal característica dessa ferramenta para estudar é justamente a interatividade como forma de estimular a memorização e a concentração. Eles funcionam assim: você monta um conjunto de cartões que trazem perguntas sobre um determinado tema — de nível fácil a difícil — e as respectivas respostas para elas.

Com eles em mãos, o seu colega pode realizar uma bateria de questionamentos para você responder e vice-versa. Inclusive, vale reforçar que os flashcards são ótimos para o período pós-revisão da matéria, quando você já leu todos os capítulos e fez os exercícios necessários, pois eles ajudam a fixar aqueles conteúdos mais densos.

Sem falar, é claro, que dá para toda a galera testar os próprios conhecimentos e avaliar com quais assuntos há mais facilidade ou dificuldade de responder, reforçando, dessa forma, os pontos fracos de cada um.

4. Autointerrogação

“Eu gostei da ideia anterior. No entanto, sou do tipo que prefere estudar sozinho, sem nenhuma presença por perto. O que devo fazer nesse caso?”, você pode estar se questionando. Portanto, se essa for a sua situação, saiba que há uma alternativa: o método de estudo por autointerrogação.

De uma forma geral, ele propõe que, ao fazer resumos e, em especial, ao revisar os conteúdos do semestre, você pare um pouco e exercite a sua imaginação levantando o máximo de perguntas possíveis que podem ser cobradas pelos professores nas provas, nos seminários e/ou nas apresentações em sala de aula.

Mas não só isso. Além de pensar a respeito delas e anotar cada uma, é preciso respondê-las com as suas próprias palavras. Isso é extremamente útil para aumentar o seu repertório teórico, complementar suas leituras e preparar você para diferentes problemas que possam ser cobrados em exames escritos ou orais.

5. Associações

A última das sugestões de ferramentas para estudar é a técnica de esquematização de saberes por meio de associações entre temas e exemplos. O nome completo é grande, é fato, mas não se assuste: ela é uma das mais simples deste post — e a gente vai provar isso!

Voltada para matérias com mais teoria e questões reflexivas, as associações ajudam a simplificá-las por permitir que você crie conexões entre assuntos mais abstratos com coisas que fazem parte do seu cotidiano ou do ambiente onde está inserido, fazendo, assim, com que eles se tornem ótimos exemplos práticos do que é estudado.

Por exemplo, imagine que você estuda para um trabalho de uma disciplina do curso de Direito que trata dos aspectos jurídicos de falência e recuperação de empresas. Para facilitar o entendimento do conteúdo, você monta um esquema que liga tópicos dele (como nulidade de contrato, recuperação judicial, processos extrajudiciais etc.) a casos reais que ocorreram com negócios de amigos, familiares ou conhecidos. Bem simples, não é?

Como deu para ver, não faltam opções de ferramentas para estudar, assimilar conteúdos mais complexos e aumentar a retenção de informações importantes — e o melhor é que todas são bem práticas. Portanto, agora que você já conhece algumas delas, escolha uma ou mais para aplicar na sua rotina de aprendizado e ter um ótimo desempenho acadêmico.

Gostou do nosso post? Tem mais sugestões de ferramentas para estudar? Então compartilha com a gente nos comentários, pois queremos saber quais técnicas você utiliza!

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